Porque eu decidi criar a Lyra

Porque eu decidi criar a Lyra

Criar momentos que ficam

A LYRA não nasceu de um plano.

Ela nasceu de algo que foi crescendo dentro de mim, aos poucos, quase sem eu perceber.

Me chamo Lara Nardy, tenho 33 anos.
Sou uma potiguar apaixonada pelo Nordeste, morando em São Paulo.
Canceriana, e, como boa canceriana, intensa em tudo que eu sinto e faço. ❤️

Sempre tive uma conexão muito forte com cheiros.
Uma sensação de que os momentos mais importantes da vida deveriam ser marcados por eles.

Isso virou um ritual meu.

Toda vez que eu viajava, escolhia um perfume específico para aquela viagem.
E usava ele durante todos aqueles dias.

Nova York tem um cheiro.
Espanha tem outro.
Jericoacoara também.

Cada lugar ficou guardado de um jeito que não depende de foto.
Mas de memória sensorial.

Até hoje, quando sinto aquele aroma…
Eu volto.

Para aquele momento.
Para aquela versão minha.
Para aquele sentimento.

Foi assim que eu entendi que a memória não vive só no que a gente vê.
Ela vive no que a gente sente.

E, principalmente, no que a gente cheira.

Ao mesmo tempo, sempre existiu em mim uma veia criativa muito forte.
A música e o design, pra mim, são quase uma religião.
São o que me conectam comigo mesma.

Com o meu ritmo.
Com o meu sentir.

E, junto disso, sempre tive um olhar muito atento para os espaços.
Para arquitetura, decoração…
Para a forma como um ambiente pode acolher, ou não.

A LYRA nasce desse encontro.

Entre tudo aquilo que eu sinto, tudo aquilo que eu crio…
E tudo aquilo que eu acredito.

Ela começou como algo muito pessoal.
Um desejo de trazer mais intenção para o dia a dia.

Porque, no meio de tanta pressa, a gente esqueceu de uma coisa simples:

Estar presente.

Viver o agora.

De verdade.

As velas vieram como esse gesto.

Pequeno, silencioso…
Mas transformador.

A luz muda.
O clima muda.
O tempo desacelera.

E, por alguns instantes, você volta para si.

A LYRA não é sobre velas.

É sobre presença.
Sobre pausa.
Sobre criar momentos que não passam despercebidos.

Porque, no fim, talvez seja isso que fica:

Os momentos em que você realmente esteve ali. ❤️

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